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	<title>Humann Comunicação e Marketing &#187; Marketing</title>
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	<description>Publicidade, Propaganda, Marketing, Negócios e Pitacos sobre tudo o mais.</description>
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		<title>Na contramão digital</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 15:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Johnny Trainoti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Interatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[A Rede Globo não perde uma oportunidade de perder uma oportunidade. Recentemente a central de comercialização da emissora encaminhou ao mercado publicitário a proibição da inserção do nome das redes sociais nos comerciais veiculados, sob risco de cobrança de multiplicidade. Em seu blog eutedisse.blog.br, onde eu li sobre esse assunto, Frank Ramalho cita o exemplo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://humann.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/globoxredesocial.jpg"><img class="size-full wp-image-799 aligncenter" title="globoxredesocial" src="http://humann.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/globoxredesocial.jpg" alt="globoxredesocial" width="495" height="240" /></a>A <strong>Rede Globo</strong> não perde uma oportunidade de perder uma oportunidade. Recentemente a central de comercialização da emissora encaminhou ao mercado publicitário a proibição da inserção do nome das redes sociais nos comerciais veiculados, sob risco de cobrança de multiplicidade. Em seu blog eutedisse.blog.br, onde eu li sobre esse assunto, Frank Ramalho <a href="http://eutedisse.blog.br/2011/03/17/rede-globo-restringe-uso-de-midias-sociais-em-comerciais/">cita</a> o exemplo dos comerciais do Banco Santander.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">“&#8230;se em seu anúncio for colocado a marca ou o endereço twitter.com/santander ou facebook/Santander, isso será cobrado como multiplicidade.”</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Eu bem que notei que, mesmo durante as transmissões jornalísticas ou programas esportivos, como o Jornal da EPTV e Globo Esporte, os profissionais ficam constrangidos em citar o Twitter, Facebook ou outras redes, se referindo a elas de maneira genérica. Achei que era cisma minha, mas evidentemente não é.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Agora ficam as perguntas: Em que o aparecimento do nome ou logo das redes sociais influencia a renda da emissora? Será que ninguém no departamento comercial percebeu que o futuro está estampado no facebook e é escrito em 140 caracteres?</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Frank Ramalho cita ainda em seu blog o Superbowl, a grande final do futebol americano, que tirou de letra essa questão, fazendo com que a comunicação que tinha início nos comerciais da TV tivesse continuação nas mídias sociais.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">O porquê a Globo ainda se assusta com isso é uma incógnita, pelo menos para mim.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Some-se a isso a programação decadente da emissora, a sede de audiência da Rede Record (que como se não bastasse é movida a dízimo) e a compreensão cada vez maior dos meios digitais pela grande massa, teremos então um panorama nada favorável para a Globo.</p>
<p style="text-align: left;">Mais uma vez um desserviço ao marketing é prestado pela emissora. Como já mencionado <a href="http://humann.com.br/blog/2010/02/rede-globo-altera-nome-de-equipes/">nesse post</a>.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">É meu amigo, haaaaaaaaaja coração!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crescer Vs. Aparecer</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 18:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Camisas]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Patrocínio]]></category>
		<category><![CDATA[Racing]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe uma máxima na comunicação que diz que quem não é visto não é lembrado. Tendo essa afirmação como base, 98,86% (segundo a Dataneto) das empresas preferem ser vistas a qualquer custo, mesmo que a gente não queira. Para isso, fazem o diabo: Aumentam o logo, poluem a cidade e o ciberespaço, invadem programas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma máxima na comunicação que diz que quem não é visto não é lembrado. Tendo essa afirmação como base, 98,86% (segundo a Dataneto) das empresas preferem ser vistas a qualquer custo, mesmo que a gente não queira. Para isso, fazem o diabo: Aumentam o logo, poluem a cidade e o ciberespaço, invadem programas de tv, transformam revistas de circulação nacional em catálogos da marca e, não satisfeitas, emporcalham as camisas dos times de futebol (principalmente no Brasil).</p>
<p>Na minha humilde opinião, camisa de time de futebol é que nem a mãe da gente. Merece respeito. Ninguém pensaria em transformar a mãe num jornal de bairro, loteando espaços no corpo dela. Sendo assim, por que insistem em disfarçar as camisas dos times num mosaico de mau gosto?</p>
<p>“Porque senão não tem grana pra montar um elenco decente”, responderiam alguns.</p>
<p>Pois bem, para acabar de vez com essa piada pronta, segue um case de tirar o logo feito pelos nossos hermanitos argentinos.</p>
<p>A nova camisa do Racing, time da primeira divisão do futebol argentino sediado em Avellaneda, apresenta um detalhe sustentado por poucos clubes no mundo, mas que faz toda a diferença para quem realmente ama o seu time. O clube negociou a cota de patrocínio principal com o <strong>Banco</strong> <strong>Hipotecario Nacional</strong>, uma instituição que quer se estabelecer como uma entidade de serviços gerais e que, por isso, precisa se aproximar do target. Até aí nada de novo, mas o detalhe (que faz toda a diferença) é que o banco optou por <strong>NÃO COLOCAR A SUA MARCA NA CAMISA!!!</strong></p>
<p>Isso mesmo, o banco vai pagar o patrocínio, mas não exibe o logo no uniforme!</p>
<p>Todo o esforço de marketing do banco será fixado no conceito de <strong>&#8220;Nós devolvemos a camisa à torcida&#8221;</strong>. Esse é o slogan a ser utilizado nas ações relacionadas ao Racing.</p>
<p><img src="http://humann.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/racing-559593-thumbFinal.jpg" alt="" /></p>
<p>O Racing e o seu patrocinador <strong>Banco</strong> <strong>Hipotecario Nacional </strong>(que faço questão de citar novamente), servem como exemplo. Provam por A+B que outros caminhos são possíveis. Ao abrir mão da exposição da marca, o banco mostra respeito ao torcedor ressaltando o seu orgulho (Eu se fosse torcedor do Racing já teria aberto a minha conta nesse banco).</p>
<p>Nem na Europa, onde as camisas dos grandes clubes são sagradas (e existem muitas outras formas de remuneração), esse fato é comum. Por isso a ação de marketing do <strong>Racing/Hipotecario </strong>foi tão amplamente divulgada nos quatro cantos do planeta (coisa que Batavo nenhuma vai conseguir).</p>
<p>A publicidade brasileira anda tomando cacetes homéricos da publicidade argentina quando o assunto é criatividade. Será que agora é a vez do marketing? Isso eu não sei, só sei que eu tenho um pedido a fazer. Não chores por mim Argentina. Deixe que eu mesmo faço isso.</p>
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