Mídia

O poder das mídias sociais!

Um dos vídeos que mais deram o que falar nos últimos dias no Youtube foi no mínimo inusitado. Um  antigo locutor de rádio que simplesmente perdeu tudo em razão de drogas e bebidas. O vídeo foi feito quando ele medigava em um semáforo nos Estados Unidos.

Com uma voz “abençada por Deus” como ele mesmo sugere, conquistou fãs pelo mundo todo com mais de 4 milhões de views em menos de 3 dias no ar.

Hoje ele conseguiu um emprego como locutor do Cleveland Cavaliers. Vale a pena dispor de 1 minuto e meio para assistir o video.

Alice no País das Maravilhas estreia nos EUA com muita polêmica

Quanto vale uma mídia espontânea? Um boca a boca? Impossível quantificar, mas para a Disney vale pelo o menos
US$ 700 mil. Foi esse o valor investido para fazer uma falsa capa no Los Angeles Times na última sexta-feira 05/03.
O Chapeleiro Maluco, interpretado por Johnny Deep, estampou a primeira página. Interessante.

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Os leitores por sua vez tiveram de passar para a segunda página para ler as notícias de capa original. A publicação deste anúncio por sua vez causou muita dor de cabeça para o jornal. Os executivos aceitaram a proposta sem pestanejar, mas a equipe editorial foi contra, resultando na saída do editor-executivo.

Alice estreiou do jeito que todos esperavam, polêmico como o diretor Tim Burton!

Rede Globo presta um desserviço ao esporte alterando o nome das equipes

Seguindo a sua linha de mudar por conta própria o nome de equipes que levam o patrocinador, a Rede Globo decidiu que a equipe de Fórmula 1 Virgin Racing, que conta com os pilotos brasileiros Lucas de Grassi e Luiz Razia, será chamada de Manor. Pronto. Ela decidiu que, aqui no Brasil, o torcedor que acompanha as corridas apenas pela televisão será enganado. Como se as vendas de passagens aéreas da Virgin fossem aumentar geometricamente se ela não fizesse isso.
Essa imposição segue como o que já é feito hoje com a equipe vice-campeã de 2009, a Red Bull. A equipe chama-se Red Bull Racing, mas para a emissora oficial ela é a RBR. Uma sigla que não diz nada. No caso da Virgin, a Globo se desculpa dizendo que o nome da equipe era Manor antes de ser comprada. Pois então que ela chame a STR (Squadra Toro Rosso, também da Red Bull) de Minardi, já que esse era seu antigo nome.

Infelizmente essa atitude ridícula da Globo não fica apenas na Fórmula 1, ela faz a mesma coisa com o esporte nacional, como o Vôlei e o Basquete por exemplo. Infelizmente essas modalidades são bancadas pelos patrocinadores, muitas vezes são formadas equipes para disputar apenas 1 campeonato por conta da falta de recursos. Aí quando uma empresa como a financeira Finasa, do grupo Bradesco, dá o seu nome para uma equipe, Finasa/Osaco, a emissora simplesmente ignora o patrocinador. Ela rebatiza o time para Osasco, e pronto. Na final do campeonato Feminino de Vôlei, quando o jogo era para ser Finasa x Unilever, foi transmitido o jogo Osasco x Rio de Janeiro. A emissora, arbitrariamente trocou o nome dos times pelas cidades onde eles treinam.
Atitudes como essa não atrapalham apenas os torcedores, mas também o surgimento de atletas, o esporte de alto rendimento. Não faz sentido algum uma empresa colocar sua marca em um time e, quando ela terá retorno por isso, a emissora simplesmente ignora esse investimento, é um absurdo.

Via: Falando Nisso…