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	<title>Humann Comunicação e Marketing &#187; Product placement</title>
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	<description>Publicidade, Propaganda, Marketing, Negócios e Pitacos sobre tudo o mais.</description>
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		<title>O Livro de Eli &#124; Crítica</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 17:59:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Product placement]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-467" src="http://humann.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/thebookofeli1-202x300.jpg" alt="thebookofeli1" width="176" height="262" />O livro de Eli é mais uma obra pós-apocalíptica que mistura várias referências, o filme começa e você já sabe que o mundo está um caos, nas primeiras cenas vemos isso quando Eli (Denzel Washington) entra em uma casa, acha um corpo de uma pessoa estrangulada e a primeira reação sua é procura em seus bolsos se ele tem algo de valor, depois tira as botas do defunto e vendo que elas servem ele fica feliz igual uma criança que ganhou um brinquedo novo.</p>
<p>É uma mistura de <strong>Eu sou a lenda</strong>, <strong>Mad Max</strong> e outros filmes que tem em seu contexto roupas rasgadas, motos feitas de outras motos e muita matança por pouca coisa, no filme vemos que não há mais nenhum lugar seguro, quem vive caminhando pode se encontrar com a morte facilmente, Eli sabe disso e se arma muito bem para enfrentar qualquer um em seu caminho, pois tem uma missão importante (não vou contar obvio) e vemos que ele sabe a arte de chutar traseiros. O filme confia na inteligência do espectador e não apela para explicações cheias de detalhes, apenas fala que o livro que Eli carrega é o ultimo exemplar e que este foi uma das causas da tal guerra que acabou com a camada de ozônio e fez a luz do sol queimar tudo, só quem  estava embaixo da terra ficou protegido.</p>
<p>Carnegie (Gari Oldman- sempre bom!) está à procura deste bendito livro e acredita que com ele possa aumentar sua influência sobre os povos que sobraram e assim conquistar mais cidades que sobraram depois do <strong>Flash</strong>.</p>
<p style="text-align: center"><img class="size-medium wp-image-468 aligncenter" src="http://humann.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/olivrodeeli18-300x224.jpg" alt="olivrodeeli18" width="300" height="224" /></p>
<p>No fim vemos porque Eli protegia tanto o livro, com um fim cheio de revelações que agrada a quase todos.</p>
<p>Falando das atuações: Denzel Washington é a engrenagem principal, sendo também produtor  do filme, a história se segura nele para tomar forma e nos fazer entender o que acontece. Ele demonstra que ainda está bem e em forma, mais não acrescenta nada e nem piora, apenas faz sua parte. Quem rouba a cena é Gari Oldman que faz um Carnegie frio quase psicótico, com suas risadas diabólicas mostra que sabe levar muito bem um vilão a moda antiga, as outras atuações são dispensáveis, Mila Kunis apenas é a mediadora de perguntas para facilitar o entendimento da história.<img class="alignright size-medium wp-image-469" src="http://humann.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/book_of_eli_denzel_washington1-300x199.jpg" alt="book_of_eli_denzel_washington1" width="300" height="199" /></p>
<p>O filme marca também por fazer <strong>product placement</strong> onde é quase impossível, num mundo onde tudo está destruído nem Freud explica como Denzel Washington conseguiu uma mochila tão bem cuidada da <strong>OAKLEY</strong> já que se passaram 30 anos desde a guerra, a mesma coisa eu digo de seu <strong>IPOD CLASSIC</strong> que funciona bem sendo carregado todas as noites por uma bateria portátil e também temos um megafone da <strong>MOTOROLA</strong> que Gari Oldman usa lá pro fim do filme.</p>
<p>Bom o filme é uma boa diversão pra quem gosta de uma história legal, mas se você procura muita ação e pouca conversa este não é seu filme, “O Livro de Eli” é uma balança bem equilibrada, não pende para nenhum lado, é uma produção madura com uma direção segura dos irmãos Hughes (que eu admiro muito pelo seu outro filme bem desenvolvido “Ambição em alta-voltagem”), fica esta dica para quem vai pegar um cinema este fim de semana.</p>
<p><strong>Nota: 8,0</strong></p>
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		<title>Ahhhhh, passa amanhã&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 17:54:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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		<description><![CDATA[Do momento em que acordamos até a hora em que vamos dormir somos bombardeados por propagandas de todos os lados. Ao ligar a TV, o Rádio, ao abrir uma revista, ao levar o cachorro para passear, ao navegar na internet. Tem sempre alguém querendo nos vender alguma coisa. Nada contra, afinal, esse também é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-181" src="http://humann.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/James_Bond.gif" alt="James_Bond" width="253" height="290" />Do momento em que acordamos até a hora em que vamos dormir somos bombardeados por propagandas de todos os lados. Ao ligar a TV, o Rádio, ao abrir uma revista, ao levar o cachorro para passear, ao navegar na internet. Tem sempre alguém querendo nos vender alguma coisa. Nada contra, afinal, esse também é o meu ganha pão. O problema aparece quando o produto não interessa e o que é pior, quando o “vendedor” passa a ser chato. Artificial.</p>
<p>Acho que hoje a maior prova de chatice publicitária é o<strong> product placement tupiniquim</strong> (conhecido popularmente como merchandising). Foge a minha compreensão o porquê uma forma de exibição de marca/produto tão legal e habilmente usada por estadunidenses, europeus e até asiáticos, em nossas mãos, vira um momento de total vergonha alheia.</p>
<p>Nos filmes, seriados e clipes importados é comum ver marcas como <strong>Apple, Coca-Cola, Starbucks</strong> e seus produtos colocados escancaradamente na nossa frente. Eu só não me lembro de ter visto algum ator se referir a eles em cena. Por exemplo: Um casal deitado numa cama, conversando. Ele lendo um livro. Ela com um Macbook no colo. Eles estão falando sobre alguma coisa, mas ele não cita o livro e ela não diz nada sobre o Mac. Mas a maçã iluminada está lá apontada para a sua (minha) cara, e quer saber? Eu adoro! Queria ter um daqueles brinquedinhos! Queria ter uma mulher daquelas! Queria ter uma vida daquelas! E é isso. O product placement surtiu efeito. Não tentou me vender um produto da Apple, mas me vendeu “o sentimento de ter um produto da Apple”. Fiquei com vontade e confesso que de verdade estou louco pra comprar um Macbook. E isso acontece sempre: Queria passar numa Starbucks a caminho do trabalho para comprar café para mim e para os meus colegas da criação, queria ter uma <strong>Harley-Davidson </strong>para cruzar o país, queria um tênis da<strong> Nike</strong> para correr no Central Park.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-182" src="http://humann.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/forrest-gump-cortez-nike.gif" alt="forrest-gump-cortez-nike" width="220" height="100" />Por falar em Nike, o <strong><a title="Twitter Johnny Trainoti" href="http://twitter.com/johnnytrainoti" target="_blank">@johnnytrainoti</a></strong> lembrou aqui de um PP no filme <strong>Forrest Gump</strong>. A namorada de Forrest lhe dá um par de tênis “especiais para corrida”. Mais tarde, quando perguntado por que ele corria o protagonista responde: “Eu apenas corro” ou traduzindo:<strong> JUST DO IT!</strong> Lindo isso!</p>
<p>Mas aí me vem a Rede Globo com o seu merchandising de novela: Mãe e filho na cozinha conversam. Ele em pé tomando água. Ela sentada em frente a um laptop navegando na internet. Ele diz: “Mãe, que tal se a gente fosse jantar juntos?” e ela responde “Calma filho, deixa eu fazer uma transferência no Itaú Bankline! É rápido, prático e seguro&#8230; pronto, terminei! Vamos jantar meu lindo”.</p>
<p>Ou ainda: Duas amigas conversam na sala. Uma terceira entra com a sacolinha da Natura (Detalhe, a casa é uma mansão e as mulheres certamente teriam dinheiro para usar produtos importados e bem mais caros, tornando a cena inverossímil), daí uma delas vira e diz: “Nossa são cremes?” (detalhe 2, como ela adivinhou?) e recebe como resposta: “Sim, são cremes! Acabei de pegar com a minha revendedora!”.</p>
<p>Pronto, a Rede Globo acabou de perder a oportunidade de ganhar um bom dinheiro apresentando uma bela geladeira inox da <strong>Bosch</strong> e um laptop <strong>Sony Vaio</strong>, no caso do primeiro exemplo e também de vender um <strong>Tag Heuer </strong>no pulso de uma delas e uma TV <strong>LG</strong> de 52” no segundo caso (aliás, por que a gente não vê aparelhos de tv nas salas das novelas?), tudo isso sem a necessidade de me deixar com ânsia de vômito.</p>
<p>E pra não dizer que não falei em flores (ou filmes), as produções nacionais também não primam pela sutileza, tendo em vista o grande número de fachadas de banco “aparecendo” durante as tomadas.</p>
<p>Como eu disse anteriormente, eu não entendo isso. Será que as TVs brasileiras acham que os telespectadores são tão burros que não perceberiam uma marca inserida no contexto da trama? E outra, o que é mais importante, me dizer que esse ou aquele produto/serviço quer fazer parte da minha vida ou me deixar com vontade de que ele o faça? Product placement brazuca me deixa com sentimento de vergonha alheia do ator, do canal de tv, do produto/serviço em questão e da marca.</p>
<p>Será tão difícil assim acertar na mosca? Não sei, só sei que agora eu vou tomar a minha Coca-Cola ultra gelada e comer as deliciosas bananinhas da Padaria Pão da Hora. Até +.</p>
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